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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026

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Maior cajueiro do mundo vira unidade de conservação no Rio Grande do Norte

O Monumento Natural Estadual Cajueiro de Pirangi garante a proteção da árvore gigante, ponto turístico da praia de Pirangi do Norte, em Parnamirim

Sérgio Mendes
Por Sérgio Mendes
Maior cajueiro do mundo vira unidade de conservação no Rio Grande do Norte
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Com o título de maior cajueiro do mundo, a árvore frutífera gigante que virou ponto turístico na praia de Pirangi do Norte, em Parnamirim, Rio Grande do Norte, agora possui proteção integral. O decreto de criação do Monumento Natural Cajueiro de Pirangi foi assinado no final de dezembro, pela governadora potiguar, Fátima Bezerra (PT), com uma área de 8.497,54 m² que engloba toda a árvore recordista, que possui um perímetro estimado em cerca de 500 metros.

Além de garantir a proteção do cajueiro secular, o monumento natural tem como objetivo estimular a pesquisa científica, promover atividades de educação ambiental e proteger a fauna local, com destaque para duas espécies ameaçadas de extinção: o lagartinho-do-foliço (Coleodactylus natalensis) e a cobra-de-duas-cabeças (Amphisbaena heathi). A unidade de conservação também visa fomentar o turismo sustentável e impulsionar a economia local. 

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A assinatura de criação da 12ª unidade de conservação estadual potiguar (decreto nº 35.203/2025) foi feita durante o evento de aniversário de 137 anos do cajueiro gigante, realizado no dia 20 de dezembro. “O Cajueiro de Pirangi não é apenas um patrimônio natural, mas um símbolo da nossa cultura e da nossa história. Ao transformá-lo em Unidade de Conservação, garantimos proteção legal, gestão adequada e a preservação desse bem para as futuras gerações”, afirmou a governadora Fátima Bezerra durante a solenidade.

O Cajueiro de Pirangi foi oficialmente reconhecido pelo Guinness Book (vulgo o livro dos recordes) em 1994, como o maior cajueiro do mundo, com uma área de aproximadamente 9 mil metros quadrados. O tamanho da árvore ocorre devido a uma anomalia genética que faz com que os seus galhos cresçam lateralmente e, ao tocarem no solo, criem novas raízes e continuem crescendo.

 
FONTE/CRÉDITOS: https://oeco.org.br/
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Sérgio Mendes

Sérgio Mendes, brasileiro, 61 anos, Jornalista (MTB 64.505/SP), Terapêuta Fitoterápico e ambientalista há 46 anos.

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